6 DICAS PARA PREPARAR SUA ESCOLA PARA 2021


03 Apr
03Apr

As práticas educacionais que estavam em andamento em 2020 não foram planejadas, muito menos previstas. Trata-se de um ano atípico, marcado por medidas emergenciais para dar a educadores e alunos o mínimo possível para seguir com o processo de ensino-aprendizagem em um período tão difícil.  

Os desafio da educação, que já não eram pequenos, tornaram-se ainda maiores. Aulas online não são tarefa fácil para nenhuma das partes — especialmente porque nem os professores nem os estudantes (a maioria, pelo menos) estão preparados para elas. É outro ritmo de ensino, outra dinâmica — é preciso ter muita criatividade. Além disso, também é necessário um nível mais elevado de foco, atenção e concentração, principalmente por parte dos discentes.  

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O ensino remoto fica ainda mais difícil quando se observam os dados divulgados em maio de 2020 pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef): no Brasil, cerca de 4,8 milhões de crianças e adolescentes na faixa de 9 a 17 anos de idade não têm sequer como acessar a internet em casa. O número representa em torno de 17% de todos os brasileiros nessa faixa etária (saiba mais sobre a pesquisa aqui).


Mas, sim, tudo aconteceu muito rápido nesse ano — e ninguém poderia se preparar, em tão pouco tempo, para dar conta de absorver as demandas de uma crise mundial da saúde. É preciso, no entanto, começar a trabalhar nesse sentido, e pensar em como preparar a sua escola para 2021.  

A seguir, separamos algumas dicas sobre o assunto, acompanhe!           

Seis dicas de como preparar a sua escola para 2021

1) Planejar e se informar

Para preparar a sua escola para os próximos meses  é fundamental criar estratégias com base nas demandas específicas da sua escola, bem como dos professores e alunos da sua instituição.

Faça uma reflexão a respeito de quais foram os impactos que 2020 causou para os seus discentes, bem como quais são as demandas mais urgentes, o que pode ficar em segundo plano e, ainda, quais são as melhores formas de minimizar as consequências da pandemia.


Busque por informações consistentes, acompanhe as orientações dos órgãos educacionais, esteja sempre atualizado, analise o que as instituições do mundo todo estão fazendo e observe o que está dando certo.       

Outra reflexão indispensável para preparar a sua escola para 2021 é sobre quais foram as lições tiradas da atual crise. E se algo parecido acontecer de novo? Trabalhe com probabilidades, crie planos de contingência. Sempre que possível, tenha um plano B, ou mesmo C, no seu planejamento escolar.    

2) “Mapear” os alunos

Busque conhecer a realidade e o dia a dia das crianças e adolescentes da sua escola. Desta forma, é possível aplicar medidas que realmente façam sentido e vão ser eficazes para todos. 

Tente procurar soluções para as principais dificuldades mapeadas no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes. Eliminar ou, ao menos, minimizar obstáculos facilita o enfrentamento de problemas futuros.  


3) Capacitar os professores para diferentes modalidades de ensino 

Para preparar sua escola para 2021 trabalhe, desde já, com o “desengessamento” a sua equipe escolar.

Claro que tanto os professores quanto os demais colaboradores já estão tendo que desempenhar enorme esforço para suprir as atuais demandas de ensino. Mas, não deixe de incentivá-los a sair da zona de conforto, seguir evoluindo nesse sentido, e tentar novas formas de passar o conhecimento.  

Não esqueça que, para isso, eles precisam de todo o respaldo da instituição — em termos de pesquisas e capacitações e ferramentas adequadas para trabalhar, além de liberdade para testar coisas novas.


4) Investir em tecnologia

Crie canais práticos de comunicação entre escola, professores, alunos e, inclusive, pais e responsáveis.

Mesmo quando as aulas presenciais voltarem a acontecer normalmente, incentive e torne comum a disponibilização de conteúdos de forma online (tanto em termos de conteúdos trabalhados em aula quanto de informações extras que o educador julgue relevante) — e mantenha todos familiarizados com esse ambiente.  

5) Trabalhar o engajamento dos pais na vida escolar dos filhos

É fato que os pais trabalham e também possuem outras ocupações, o que faz com que, muitas vezes, eles não tenham muito tempo em casa para lidar com um estudante. Mas, a necessidade de engajá-los e inteirá-los da vida escolar dos filhos foi evidenciada nesse tempo de ensino remoto.

O apoio e auxílio dos responsáveis é essencial na educação — principalmente na ausência presencial dos professores. Mais do que nunca, ficou nítido que o processo de educação é uma parceria entre família e escola — e essa é uma das grandes lições a serem levadas para o próximo ano letivo.  


6) Trabalhar as habilidades cognitivas do alunos 

Esse é o ponto que sempre mencionamos em nossos conteúdos. 

Independentemente da pandemia, ou qualquer outra situação atípica, umas das mais valiosas dicas de como preparar sua escola para 2021 e para todos os próximos anos é, justamente, trabalhar o cérebro dos alunos para assimilar, da melhor forma possível, o conhecimento. 

Ou seja: focar no desenvolvimento das habilidades cognitivas das crianças e adolescente — aquelas competências fundamentais para que as novas informações sejam bem assimiladas e compreendidas. Alguns exemplos nesse sentido são o raciocínio lógico, a atenção, o foco, a concentração, a disciplina, a memória, a imaginação e a criatividade.  

Essa é uma das melhores formas de ajudar os estudantes a enfrentarem mais do que os obstáculos no processo de ensino, mas também na vida de uma forma geral — especialmente porque, como sabemos, muitos problemas podem surgir sem aviso prévio.     Vale lembrar que alguns programas de ginástica cerebral — como o SUPERA Neuroeducação para Escolas — atuam exatamente com esse propósito: o desenvolvimento da habilidades cognitivas dos discentes.

Então, para preparar a sua escola da melhor forma possível daqui para frente, também é válido considerar a integração de ferramentas desse gênero na grade curricular da sua instituição.

O SUPERA, por exemplo, trabalha com uma metodologia baseada em jogos pedagógicos, bem como no milenar ábaco japonês (soroban) e em demais exercícios cognitivos. Tudo isso para proporcionar aos estudantes o mais eficiente processo educacional, bem como para contribuir com o desenvolvimento deles nas esferas emocional, intelectual, motora e social. 

PUBLICADO ORIGINALMENTE PELO SUPERA NEUROEDUCAÇÃO

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